Discurso do publicitário: Nizan Guanaes
como paraninfo de uma turma de formandos em Administração de Empresas na Bahia.
Dizem que conselho só se dá a quem pede. E, se vocês me convidaram para paraninfo, sou tentado a acreditar que tenho sua licença para dar alguns. Portanto, apesar da minha pouca autoridade para dar conselhos a quem quer que seja, aqui vão alguns, que julgo valiosos.
Não paute sua vida, nem sua carreira, pelo dinheiro. Ame seu ofício com todo coração. Persiga fazer o melhor. Seja fascinado pelo realizar, que o dinheiro virá como conseqüência. Quem pensa só em dinheiro não consegue sequer ser nem um grande bandido, nem um grande canalha. Napoleão não invadiu a Europa por dinheiro. Hitler não matou 6 milhões de judeus por dinheiro. Michelangelo não passou 16 anos pintando a Capela Sistina por dinheiro. E, geralmente, os que só pensam nele não o ganham. Porque são incapazes de sonhar. E tudo que fica pronto na vida foi construído antes, na alma.
A propósito disso, lembro-me uma passagem extraordinária, que descreve o diálogo entre uma freira americana cuidando de leprosos no Pacífico e um milionário texano. O milionário, vendo-a tratar daqueles leprosos, disse: "Freira, eu não faria isso por dinheiro nenhum no mundo. E ela responde: Eu também não, meu filho".
Não estou fazendo com isso nenhuma apologia à pobreza, muito pelo contrário. Digo apenas que pensar em realizar tem trazido mais fortuna do que pensar em fortuna.
Meu segundo conselho: pense no seu País. Porque, principalmente hoje, pensar em todos é a melhor maneira de pensar em si. Afinal é difícil viver numa nação onde a maioria morre de fome e a minoria morre de medo. O caos político gera uma queda de padrão de vida generalizada. Os pobres vivem, como bichos, e uma elite brega, sem cultura e sem refinamento, não chega a viver como homens. Roubam, mas vivem uma vida digna de Odorico Paraguassú. Que era ficção, mas hoje é realidade, na pessoa de Geraldo Bulhões, Denilma e Rosângela, sua concubina.
Meu terceiro conselho vem diretamente da Bíblia: seja quente ou seja frio, não seja morno que eu te vomito. É exatamente isso que está escrito na carta de Laudiceia: seja quente ou seja frio, não seja morno que eu te vomito.
É preferível o erro à omissão. O fracasso, ao tédio. O escândalo, ao vazio. Porque já vi grandes livros e filmes sobre a tristeza, a tragédia, o fracasso. Mas ninguém narra o ócio, a acomodação, o não fazer, o remanso. Colabore com seu biógrafo. Faça, erre, tente, falhe, lute. Mas, por favor, não jogue fora, se acomodando, a extraordinária oportunidade de ter vivido.
Tendo consciência de que, cada homem foi feito, para fazer história. Que todo homem é um milagre e traz em si uma revolução. Que é mais do que sexo ou dinheiro. Você foi criado, para construir pirâmides e versos, descobrir continentes e mundos, e caminhar sempre, com um saco de interrogações na mão e uma caixa de possibilidades na outra. Não use Rider, não dê férias a seus pés. Não se sente e passe a ser analista da vida alheia, espectador do mundo, comentarista do cotidiano, dessas pessoas que vivem a dizer: eu não disse!, eu sabia!
Toda família tem um tio batalhador e bem de vida. E, durante o almoço de domingo, tem que agüentar aquele outro tio muito inteligente e fracassado contar tudo que ele faria, se fizesse alguma coisa. Chega dos poetas não publicados. Empresários de mesa de bar. Pessoas que fazem coisas fantásticas toda sexta de noite, todo sábado e domingo, mas que na segunda não sabem concretizar o que falam. Porque não sabem ansear, não sabem perder a pose, porque não sabem recomeçar. Porque não sabem trabalhar.
Eu digo: trabalhem, trabalhem, trabalhem. De 8 às 12, de 12 às 8 e mais se for preciso. Trabalho não mata. Ocupa o tempo. Evita o ócio, que é a morada do demônio, e constrói prodígios.
O Brasil, este país de malandros e espertos, da vantagem em tudo, tem muito que aprender com aqueles trouxas dos japoneses. Porque aqueles trouxas japoneses que trabalham de sol a sol construíram, em menos de 50 anos, a 2ª maior megapotência do planeta. Enquanto nós, os espertos, construímos uma das maiores impotências do trabalho.
Trabalhe! Muitos de seus colegas dirão que você está perdendo sua vida, porque você vai trabalhar enquanto eles veraneiam. Porque você vai trabalhar, enquanto eles vão ao mesmo bar da semana anterior, conversar as mesmas conversas, mas o tempo, que é mesmo o senhor da razão, vai bendizer o fruto do seu esforço, e só o trabalho lhe leva a conhecer pessoas e mundos que os acomodados não conhecerão.
E isso se chama sucesso.
Por último, peço-lhes que, em tudo que fizerem, no trabalho e fora dele, amem e honrem a Bahia. Amem a Bahia sobre todas as coisas, exceto Deus. Terra especial, verdadeiramente mágica, esta cidade já era a capital do Atlântico quando Nova Iorque era uma vila. 70% dela é negra. E o negro deu a ela tudo especial que ela tem, com exceção do mar.
Pois, façamos nós, administradores de hoje, uma Bahia racialmente democrática, orgulhosa de si mesma. E que o exemplo de Maria Quitéria, Joana Angélica, de nossos pais que lutaram por nós em Itaparica, nos inspirem a uma Bahia guerreira. A Bahia que conduziu o Brasil à independência, conduza agora o Brasil à prosperidade. Ama a tua terra. Cada pedra desta cidade é sagrada. Cada pedaço dela foi erguido com sangue. Ninguém tem mais motivos para ser herói que um baiano. Poucas terras foram agraciadas com tanto motivo para viver e para morrer. Com poucos, Deus foi tão generoso em riquezas e talentos. Num mundo conturbado, temos alegria. Nem a Suíça em sua fartura pode competir com esta Bahia pobre, que canta, sabe Deus porque e como.
Por isso mesmo, meu amigo, não tenha medo em nenhum momento do seu percurso. Mesmo que você não creia, haverá sempre a seu lado um anjo. Um ser enviado por Deus . Fazendo acontecer o teu milagres de acordo com seu pedido. Encantando os estrangeiros com seu jeito e seu sotaque. Derretendo a má vontade com seu sorriso. Porque, mesmo que você não mereça, Deus decidiu, sabe lá porque, lhe proteger. E, tendo tanto lugar nesse mundo para colocar você, o criador lhe tirou da fila e, sabe lá porque, lhe deu uma senha privilegiada e a responsabilidade de nascer no Brasil .
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domingo, 22 de dezembro de 2013
Resultado Final.
"Você talvez não tenha se preocupado em conhecer o funcionamento de um formigueiro, porém poderia aprender muito sobre organização e produtividade
se resolvesse investir um tempo para saber mais sobre o assunto.
Assim, caso o tema lhe interesse vale a pena continuar a leitura do artigo.
Vamos a análise: como funciona um formigueiro?Em um formigueiro todas as formigas têm uma função clara e metas estabelecidas. Não é necessário que ninguém fique cobrando resultados e produtividade, porque as formigas estão permanentemente motivadas em relação ao que fazem. Não existem greves,operações tartaruga ou formiga de má vontade. A base disso é clara, a construção de um ambiente saudável em que se respeita a vocação de cada indivíduo. Gerar, produzir, manter, estocar,proteger e construir. Tudo em prol da rainha (o cliente). Será que nossas instituições funcionam assim? Estaremos todos felizes com o que fazemos? Os objetivos estão bem claros e são razoáveis? Cada um tem a chance de desenvolver seus talentos? O foco está voltado para o cliente(povo)? As lideranças permitem e estimulam a participação e valorizam os resultados? Existe um espaço para tentativas de inovação ou se reprime o erro? Em um formigueiro tudo isto funciona muito bem. Inclusive a possibilidade de tentar novas estratégias de alimentação e estocagem de acordo com a região do formigueiro, o alimento disponível e o clima. Comparativamente com as nossas organizações equivale a dizer que o formigueiro se adapta às condições do mercado, para sobreviver e crescer continuamente. Temos que transformar nossas organizações em formigueiros eficazes. E o início de tudo está na vontade dos líderes em construir um novo modelo empresarial, onde os talentos são a matéria-prima, capacidade são meios produtivos e fidelidade dos clientes(povo) é o resultado final. Nesta semana, pense, a natureza tem muito a ensinar. Vamos olhar as nossas volta e aprender com tudo e com todos, inclusive as pequeninas formigas." UMA ORGANIZAÇÃO É FEITA DE PESSOAS, CADA UMA FAZENDO A SUA PARTE . Se cada uma fizer a sua parte formaremos uma grande equipe. Hoje, somente uma grande equipe ganha, pois, os objetivos são conhecidos por todos e todos sabem onde chegar.
Vamos a análise: como funciona um formigueiro?Em um formigueiro todas as formigas têm uma função clara e metas estabelecidas. Não é necessário que ninguém fique cobrando resultados e produtividade, porque as formigas estão permanentemente motivadas em relação ao que fazem. Não existem greves,operações tartaruga ou formiga de má vontade. A base disso é clara, a construção de um ambiente saudável em que se respeita a vocação de cada indivíduo. Gerar, produzir, manter, estocar,proteger e construir. Tudo em prol da rainha (o cliente). Será que nossas instituições funcionam assim? Estaremos todos felizes com o que fazemos? Os objetivos estão bem claros e são razoáveis? Cada um tem a chance de desenvolver seus talentos? O foco está voltado para o cliente(povo)? As lideranças permitem e estimulam a participação e valorizam os resultados? Existe um espaço para tentativas de inovação ou se reprime o erro? Em um formigueiro tudo isto funciona muito bem. Inclusive a possibilidade de tentar novas estratégias de alimentação e estocagem de acordo com a região do formigueiro, o alimento disponível e o clima. Comparativamente com as nossas organizações equivale a dizer que o formigueiro se adapta às condições do mercado, para sobreviver e crescer continuamente. Temos que transformar nossas organizações em formigueiros eficazes. E o início de tudo está na vontade dos líderes em construir um novo modelo empresarial, onde os talentos são a matéria-prima, capacidade são meios produtivos e fidelidade dos clientes(povo) é o resultado final. Nesta semana, pense, a natureza tem muito a ensinar. Vamos olhar as nossas volta e aprender com tudo e com todos, inclusive as pequeninas formigas." UMA ORGANIZAÇÃO É FEITA DE PESSOAS, CADA UMA FAZENDO A SUA PARTE . Se cada uma fizer a sua parte formaremos uma grande equipe. Hoje, somente uma grande equipe ganha, pois, os objetivos são conhecidos por todos e todos sabem onde chegar.
Casamento pode ser coisa do passado.
Pesquisa norte-americana mostra que casamento deixou de ser um rito para tornar-se um privilégio.
O casamento, e seus muitos altos e baixos, ainda exerce um grande poder sobre jornais, revistas e ondas de transmissão. Cerca de 23 milhões de norte-americanos acompanharam o casamento do príncipe William com;
Kate Middleton.
Muitos se mantêm atentos aos desdobramentos do divórcio de Arnold Schwarzenegger e às revelações de que ele teve um filho ilegítimo com uma de suas empregadas. E os depoimentos no Twitter do congressista Anthony Weiner geraram especulações infinitas sobre o estado de seu casamento e de sua esposa grávida. Menos provocantes são as revelações sobre o estado do casamento nos Estados Unidos. Dados do Departamento de Censo mostram que os casados, pela primeira vez na história, representam menos das metades dos lares norte-americanos.A clássica família, com mamãe, papai e as crianças sob o mesmo teto está desaparecendo. Em todos os estados, o numero de companheiros não-casados, casais sem filhos e pessoas solteiras cresce numa velocidade muito superior à dos casais com filhos, diz o censo de 2010. Casais com filhos representavam 43% dos lares no país, em 1950; eles agora representam apenas 20%. E essa tendência demonstra uma potente dimensão de classes. Casamentos tradicionais evoluíram de um rito quase universal para um luxo restrito aos educados e poderosos. Quase não havia diferença em 1960: apenas quatro pontos percentuais separavam os casados universitários dos formandos escolares. Essa diferença aumentou para 16%, de acordo com o Pew Research Centre. Uma analise do Departamento do Censo, lançada na última primavera, mostrou que as noivas estão muito mais propensas a terem um diploma universitário do que na metade dos anos 1990. “O casamento se tornou muito mais seletivo, e é por isso que o índice de divórcios baixou”, diz Bradford Wilcox, diretor do Projeto Nacional de Casamentos na Universidade da Virgínia, em Charlottesville. O projeto descobriu que os índices de divórcio entre casais com diplomas universitários são apenas um terço maiores que entre aqueles apenas com diplomas escolares. Norte-americanos como diplomas escolares ou menos (que representam 58% da população) disseram aos pesquisadores que gostariam de se casar, mas não têm condições financeiras para isso. Ao invés disso, eles têm filhos fora do casamento. Apenas 6% das crianças nascidas de mães com diplomas universitários nasceram fora do casamento. Entre as mães apenas com diploma escolar, esse índice é de 44%. “Menos casamento significa menos renda e mais pobreza”, afirma Isabel Sawhill, da Brooking Institution. Ela e outros pesquisadores associaram a desigualdade na renda no país às mudanças na composição familiar: pais solteiros (quase sempre sem diploma universitário) estão se tornando mais pobres, enquanto casados (com educação e dupla renda) estão prosperando. “Essa é uma grande diferença que não é compreendida pelo público”, diz. Não espere, no entanto, que o Partido Democrata aborde essa questão nas eleições do ano que vem. Mulheres solteiras votaram massivamente em Barack Obama. “Você não sugere a uma mãe solteira que se case”, diz Sawhill. “Seria denegrir seu estilo de vida”.
Kate Middleton.
Muitos se mantêm atentos aos desdobramentos do divórcio de Arnold Schwarzenegger e às revelações de que ele teve um filho ilegítimo com uma de suas empregadas. E os depoimentos no Twitter do congressista Anthony Weiner geraram especulações infinitas sobre o estado de seu casamento e de sua esposa grávida. Menos provocantes são as revelações sobre o estado do casamento nos Estados Unidos. Dados do Departamento de Censo mostram que os casados, pela primeira vez na história, representam menos das metades dos lares norte-americanos.A clássica família, com mamãe, papai e as crianças sob o mesmo teto está desaparecendo. Em todos os estados, o numero de companheiros não-casados, casais sem filhos e pessoas solteiras cresce numa velocidade muito superior à dos casais com filhos, diz o censo de 2010. Casais com filhos representavam 43% dos lares no país, em 1950; eles agora representam apenas 20%. E essa tendência demonstra uma potente dimensão de classes. Casamentos tradicionais evoluíram de um rito quase universal para um luxo restrito aos educados e poderosos. Quase não havia diferença em 1960: apenas quatro pontos percentuais separavam os casados universitários dos formandos escolares. Essa diferença aumentou para 16%, de acordo com o Pew Research Centre. Uma analise do Departamento do Censo, lançada na última primavera, mostrou que as noivas estão muito mais propensas a terem um diploma universitário do que na metade dos anos 1990. “O casamento se tornou muito mais seletivo, e é por isso que o índice de divórcios baixou”, diz Bradford Wilcox, diretor do Projeto Nacional de Casamentos na Universidade da Virgínia, em Charlottesville. O projeto descobriu que os índices de divórcio entre casais com diplomas universitários são apenas um terço maiores que entre aqueles apenas com diplomas escolares. Norte-americanos como diplomas escolares ou menos (que representam 58% da população) disseram aos pesquisadores que gostariam de se casar, mas não têm condições financeiras para isso. Ao invés disso, eles têm filhos fora do casamento. Apenas 6% das crianças nascidas de mães com diplomas universitários nasceram fora do casamento. Entre as mães apenas com diploma escolar, esse índice é de 44%. “Menos casamento significa menos renda e mais pobreza”, afirma Isabel Sawhill, da Brooking Institution. Ela e outros pesquisadores associaram a desigualdade na renda no país às mudanças na composição familiar: pais solteiros (quase sempre sem diploma universitário) estão se tornando mais pobres, enquanto casados (com educação e dupla renda) estão prosperando. “Essa é uma grande diferença que não é compreendida pelo público”, diz. Não espere, no entanto, que o Partido Democrata aborde essa questão nas eleições do ano que vem. Mulheres solteiras votaram massivamente em Barack Obama. “Você não sugere a uma mãe solteira que se case”, diz Sawhill. “Seria denegrir seu estilo de vida”.
Novos Debates
Profissão mais antiga do mundo? Acho que não.
Talvez a segunda ou terceira, pois para pagar um agradinho, mesmo na época de nossos cabeludos ancestrais primeiro era preciso descolar a moeda de troca e pagar o tributo.
Imagem tão caricatural quanto à do troglodita que dá uma paulada na cabeça da mulher e a arrasta para a caverna, seria essa de que se caçaria ou plantaria algo para negociar o deita e rola.
Aliás, diga-se que o sexo consentido (ou sem sentido) é uma prática contemporânea.
Fato também é que a prostituição é um fenômeno social bastante antigo.
E quem não conhece a história que atire a primeira pedra.
Sempre achei graça do termo casa de tolerância, como um lugar onde tudo é tolerado, liberado.
Atualmente as gurias são autônomas. Com os classificados, o celular e a internet, a figura do velho cafetão saiu em grande medida de cena e as p., hoje chamadas de garotas de programa, quando não, profissionais do sexo, têm toda facilidade do mundo para encontrar sua clientela sem a necessidade de intermediação ou clube da mãe Joana que as ampare.
Várias inclusive usam a graninha obtida para bancar seus estudos, que não necessariamente as tirarão da tal vida. O sonho de muitas é ser igual à Bruna Surfistinha e alcançar notoriedade, talvez até como escritoras, vixi, mas outras tantas fazem porque curte e tá acabado. Vou pular o debate moralista que o assunto incita, pois este todos conhecem bem desde que mundo é mundo.
Na França aprovaram essa semana uma lei ou algo assim que vai multar os usuários dos ditos serviços. A intenção é terminar com a prostituição no país. Dizem que seguem o modelo da Suécia que teria reduzido pela metade seus índices do comercinho através de um programa (risos) que já dura uma década.
Pois é nessa cama que deita o novo debate,não mais entre carolas e libertinos, mas entre as quatro paredes do pensamento progressista.
Ocorre que as feministas dividiram-se entre as que defendem que a prostituição é uma profissão tão digna quanto qualquer outra, sendo passível de legalização e tributação e as que consideram que se trata de exploração do corpo sob uma ótica machista e burguesa...
Nos States da América,com exceção de Nevada, onde fica a “divertida” Las Vegas, todos os demais estados criminalizaram a prostituição. Acabou? Claro que não. Pelo contrário, quanto mais proibido, melhor é o fruto. Há algo na natureza humana que está além da ingerência do Estado. Fala sério! Cada um sabe de seu corpo e desde que não haja coação ou exploração de menores (ou mesmo adultos), metam-se os políticos com suas sacanagens.
Enquanto a moda moral retro não pega no país do samba e futebol, franceses, americanos e suecos começam a fazer suas malas para o turismo, creiam os puritanos, somente futebolístico que ocorrerá por aqui nos próximos anos.
Talvez a segunda ou terceira, pois para pagar um agradinho, mesmo na época de nossos cabeludos ancestrais primeiro era preciso descolar a moeda de troca e pagar o tributo.
Imagem tão caricatural quanto à do troglodita que dá uma paulada na cabeça da mulher e a arrasta para a caverna, seria essa de que se caçaria ou plantaria algo para negociar o deita e rola.
Aliás, diga-se que o sexo consentido (ou sem sentido) é uma prática contemporânea.
Fato também é que a prostituição é um fenômeno social bastante antigo.
E quem não conhece a história que atire a primeira pedra.
Sempre achei graça do termo casa de tolerância, como um lugar onde tudo é tolerado, liberado.
Atualmente as gurias são autônomas. Com os classificados, o celular e a internet, a figura do velho cafetão saiu em grande medida de cena e as p., hoje chamadas de garotas de programa, quando não, profissionais do sexo, têm toda facilidade do mundo para encontrar sua clientela sem a necessidade de intermediação ou clube da mãe Joana que as ampare.
Várias inclusive usam a graninha obtida para bancar seus estudos, que não necessariamente as tirarão da tal vida. O sonho de muitas é ser igual à Bruna Surfistinha e alcançar notoriedade, talvez até como escritoras, vixi, mas outras tantas fazem porque curte e tá acabado. Vou pular o debate moralista que o assunto incita, pois este todos conhecem bem desde que mundo é mundo.
Na França aprovaram essa semana uma lei ou algo assim que vai multar os usuários dos ditos serviços. A intenção é terminar com a prostituição no país. Dizem que seguem o modelo da Suécia que teria reduzido pela metade seus índices do comercinho através de um programa (risos) que já dura uma década.
Pois é nessa cama que deita o novo debate,não mais entre carolas e libertinos, mas entre as quatro paredes do pensamento progressista.
Ocorre que as feministas dividiram-se entre as que defendem que a prostituição é uma profissão tão digna quanto qualquer outra, sendo passível de legalização e tributação e as que consideram que se trata de exploração do corpo sob uma ótica machista e burguesa...
Nos States da América,com exceção de Nevada, onde fica a “divertida” Las Vegas, todos os demais estados criminalizaram a prostituição. Acabou? Claro que não. Pelo contrário, quanto mais proibido, melhor é o fruto. Há algo na natureza humana que está além da ingerência do Estado. Fala sério! Cada um sabe de seu corpo e desde que não haja coação ou exploração de menores (ou mesmo adultos), metam-se os políticos com suas sacanagens.
Enquanto a moda moral retro não pega no país do samba e futebol, franceses, americanos e suecos começam a fazer suas malas para o turismo, creiam os puritanos, somente futebolístico que ocorrerá por aqui nos próximos anos.
A Grande Descoberta.
Algumas pessoas têm uma tendência natural a serem mais organizadas e a seguirem processos?
Parece que nasceram com um chip de organização implantado na cabeça. Mas outras pessoas por sua vez são tão desorganizadas e avessas às regras que têm mais dificuldade para adquirir novos hábitos de produtividade.
Algumas pessoas têm uma facilidade extrema em assimilar os conceitos, outras têm mais dificuldade. Se repararmos nesses dois grupos, podemos perceber diferenças predominantes que indicam uma tendência maior a um lado cerebral.
O cérebro humano possui dois hemisférios, ligados entre si pelo corpo caloso. O hemisfério esquerdo, conhecido como consciente, é o responsável pelo raciocínio lógico. O hemisfério direito, conhecido como inconsciente, é o responsável pelo raciocínio criativo. O hemisfério esquerdo é organizado, racional, lógico, analítico e se baseia no uso das palavras. Ele emite ordens e combina conceitos. O hemisfério direito é completamente diferente. É intuitivo, imaginoso e criativo. Ele usa a linguagem do visual, do auditivo e do sensitivo. Pessoas com o hemisfério esquerdo mais predominante têm a tendência a serem mais organizadas, analíticas e gostam de seguir processos. Conseguem facilmente seguir uma ordem para executar suas tarefas, são mais previsíveis, são pontuais e adorariam que o mundo fosse pontual. Pessoas com hemisfério direito predominante possuem a tendência a serem mais espontâneas, têm mais dificuldades com processos, são mais desorganizadas. São fãs de pilhas de papéis, e caixas de e-mail cheias, gostam de atender diversos projetos simultaneamente e têm uma facilidade enorme de se distrair. Não existe um hemisfério melhor que o outro, ambos são igualmente importantes. O segredo é saber utilizar os dois a seu favor na hora de ganhar mais tempo no seu dia. Se você é uma pessoa que tem predominância do hemisfério esquerdo, precisa ser mais espontânea, conquistar sua flexibilidade diariamente. Os planos mudam e a mudança é a única constante certa no mundo. Se você tem predominância do hemisfério direito, você não gosta de um processo de organização, então que tal tornar sua organização uma obra de arte? Com pastas coloridas, imagens, desenhos que associem as lembranças, etc.. Faça as coisas que parecem chatas para esse lado divertidas como elas deveriam ser. Entenda o seu perfil e não se cobre tanto, trabalhe com pessoas diferentes de você. Experimente novos métodos! Faça as coisas chatas divertidas e as divertidas serem processuais. Não existe um lado melhor que outro! Faça os dois lados trabalharem a seu favor para administrar seu tempo! O que seus lados irão fazer de importante por você? Use todos os seus lados!
O cérebro humano possui dois hemisférios, ligados entre si pelo corpo caloso. O hemisfério esquerdo, conhecido como consciente, é o responsável pelo raciocínio lógico. O hemisfério direito, conhecido como inconsciente, é o responsável pelo raciocínio criativo. O hemisfério esquerdo é organizado, racional, lógico, analítico e se baseia no uso das palavras. Ele emite ordens e combina conceitos. O hemisfério direito é completamente diferente. É intuitivo, imaginoso e criativo. Ele usa a linguagem do visual, do auditivo e do sensitivo. Pessoas com o hemisfério esquerdo mais predominante têm a tendência a serem mais organizadas, analíticas e gostam de seguir processos. Conseguem facilmente seguir uma ordem para executar suas tarefas, são mais previsíveis, são pontuais e adorariam que o mundo fosse pontual. Pessoas com hemisfério direito predominante possuem a tendência a serem mais espontâneas, têm mais dificuldades com processos, são mais desorganizadas. São fãs de pilhas de papéis, e caixas de e-mail cheias, gostam de atender diversos projetos simultaneamente e têm uma facilidade enorme de se distrair. Não existe um hemisfério melhor que o outro, ambos são igualmente importantes. O segredo é saber utilizar os dois a seu favor na hora de ganhar mais tempo no seu dia. Se você é uma pessoa que tem predominância do hemisfério esquerdo, precisa ser mais espontânea, conquistar sua flexibilidade diariamente. Os planos mudam e a mudança é a única constante certa no mundo. Se você tem predominância do hemisfério direito, você não gosta de um processo de organização, então que tal tornar sua organização uma obra de arte? Com pastas coloridas, imagens, desenhos que associem as lembranças, etc.. Faça as coisas que parecem chatas para esse lado divertidas como elas deveriam ser. Entenda o seu perfil e não se cobre tanto, trabalhe com pessoas diferentes de você. Experimente novos métodos! Faça as coisas chatas divertidas e as divertidas serem processuais. Não existe um lado melhor que outro! Faça os dois lados trabalharem a seu favor para administrar seu tempo! O que seus lados irão fazer de importante por você? Use todos os seus lados!
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