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sexta-feira, 27 de dezembro de 2013
SEM QUERER, ROUBOU O LADRÃO!
Em uma cidade muito violenta, uma jovem viajava de trem quando, de repente, ela olhou para o pulso de um “morenão” e viu o seu relógio. Mais do que depressa, cheia de raiva, ela tirou da bolsa uma escova de pentear o cabelo e colocou a ponta do cabo nas costelas do rapaz e disse: - Me passa o relógio ou eu atiro. Mais do que depressa, o rapaz entregou o relógio para ela. Apavorada, ela desceu na próxima estação e sai correndo. Entrou em uma loja e, escondida, pediu o telefone emprestado e ligou para a sua mãe, dizendo: - Mãe, eu estava no trem e de repente eu olhei no pulso de um “morenão” e vi o meu relógio. Não agüentando aquilo, pe-guei a escova de pentear cabelo, coloquei o cabo dela contra as costas dele e o fiz entregar o meu relógio. A mãe, do outro lado, sorriu e disse: - Minha filha, o seu relógio está aqui no seu quarto em cima da cômoda. Quem roubou o relógio do rapaz foi você. Que mundo é esse! Quantas vezes fazemos julgamentos precipitados e acabamos prejudicando pessoas inocentes? Cuidado com as atitudes precipitadas. Pense, pondere, avalie, analise, para depois agir de forma acertada.
EMOCIONANTE
É MUITO DIFICIL LER ESSA HISTÓRIA E NÃO SE EMOCIONAR
...
O MENINO QUE DISSE “EU TE AMO” E NÃO FOI COMPREENDIDO.
Tenho um amigo que é pastor de uma igreja em Toronto – Canadá, que sempre me envia mensagens através do e-mail. Essa ilustração que ele me enviou é baseada em um fato verídico. Não tenha vergonha de dizer “Eu Te Amo”! Dois irmãozinhos brincavam em frente de casa, jogando bolinhas de gude. De repente, Júlio, o menino mais novo, disse ao irmão Ricardo: - Meu querido irmão, eu te amo muito e nunca quero me separar de você! Ricardo, sem dar muita importância ao que Júlio disse, perguntou: - O que deu em você, moleque? Que conversa besta é essa de amar? Quer calar a boca e continuar jogando? E os dois continuaram jogando a tarde inteira até anoitecer. À noite, o senhor Jacó, pai dos garotos, chegou do trabalho. Estava exausto e muito mal humorado, pois não havia conseguido fechar um negócio importante. Ao entrar em casa, Jacó olhou para o seu filho, Júlio, que sorriu para o pai e disse: - Olá, papai, eu te amo muito e não quero nunca me separar do senhor! Jacó, no auge de seu mal humor e estresse, disse: - Júlio, estou exausto e nervoso. Então, por favor, não me venha com besteiras! Com as palavras ásperas do pai, Júlio ficou magoado e foi chorar no cantinho do quarto. Dona Joana, mãe dos garotos, sentindo a falta do filho foi procurá-lo pela casa, até que o encontrou no cantinho do quarto, com os olhinhos cheios de lágrimas. Dona Joana, espantada, começou a enxugar as lágrimas do filho e perguntou: - O que foi, Júlio, por que você está chorando? Júlio olhou para a mãe, com uma expressão triste, e lhe disse: - Mamãe, eu te amo muito e não quero nunca me separar da senhora! Dona Joana sorriu para o filho e lhe disse: - Meu amado filho, ficaremos sempre juntos! Júlio sorriu, deu um beijo na mãe e foi se deitar. No quarto do casal, ambos preparando para se deitar, Dona Joana perguntou para o seu marido Jacó: - Jacó, o Júlio está muito estranho hoje, não acha? Jacó, muito estressado com o trabalho, disse à esposa: - Esse moleque só esta querendo chamar a atenção... Deita e dorme, mulher! Então, todos se recolheram e foram dormir sossegados. Às 2 horas da manhã, Júlio se levantou e foi até o quarto de seu irmão Ricardo e ficou observando o irmão dormir... Ricardo, incomodado com a claridade, acordou e gritou com Júlio: - Seu louco, apaga essa luz e me deixa dormir! Júlio, em silêncio, obedeceu o irmão, apagou a luz e se dirigiu ao quarto dos pais... Chegando ao quarto de seus pais, acendeu a luz e ficou observando seu pai e sua mãe dormirem. O senhor Jacó acordou e perguntou ao filho: - O que aconteceu, Júlio? Júlio, em silêncio, só balançou a cabeça em sinal negativo, respondendo ao pai que nada havia ocorrido. Daí, o senhor Jacó, irritado, perguntou ao seu filho Júlio: - Então, o que foi moleque? Júlio continuou em silêncio. Jacó, já muito irritado, berrou com Júlio: - Então vai dormir, seu doente! Júlio apagou a luz, dirigiu-se ao seu quarto e se deitou. Na manhã seguinte, todos se levantaram cedo. O senhor Jacó iria trabalhar e a dona Joana levaria as crianças para a escola. Mas Júlio não se levantou. Então, o senhor Jacó, que já estava muito irritado com ele, entrou bufando no quarto do garoto e gritou: - Levanta, seu moleque vagabundo! Júlio nem se mexeu. Então, Jacó avançou sobre o garoto e puxou com força o cobertor do menino, com o braço direito levantado, pronto para lhe dar um tapa, quando percebeu que Júlio estava com os olhos fechados e que estava pálido. Jacó, assustado, colocou a mão sobre o rosto de Júlio e pôde notar que seu filho estava gelado. Desesperado, Jacó gritou, chamando a esposa e o filho Ricardo para ver o que havia acontecido com Júlio... Infelizmente, o pior. Júlio estava morto, e sem qualquer motivo aparente. Dona Joana, desesperada, abraçou o filho morto, e não conseguia nem respirar de tanto chorar. Ricardo, desconsolado, segurou firme a mão do irmão e só tinha forças para chorar também. Jacó, em desespero, soluçando e com os olhos cheios de lágrimas, percebeu que havia um papelzinho dobrado nas pequenas mãos de Júlio. Jacó, então, pegou o pequeno pedaço de papel, onde havia algo escrito com a letra de Júlio. "Outra noite, Deus veio falar comigo através de um sonho. Ele disse a mim que apesar de eu amar minha família e de ela me amar também, teríamos que nos separar. Eu não queria isso, mas Deus me explicou que seria necessário. Não sei o que vai acontecer, mas estou com muito medo. Gostaria que ficasse claro apenas uma coisa: - Ricardo, não se envergonhe de amar seu irmão. - Mamãe, a senhora é a melhor mãe do mundo. - Papai, o senhor de tanto trabalhar, esqueceu-se de viver. - Eu amo todos vocês! Você já prestou atenção em quantas vezes não temos tempo de parar para amar, e receber o amor que nos é ofertado? Talvez, quando acordarmos, possa ser tarde demais. Mas, ainda há tempo! Lembre-se, muita gente vai entrar e sair da sua vida, mas somente verdadeiros amigos, que sabem dar e receber amor, deixarão marcas em seu coração! Ame hoje, ame amanhã, ame sempre... Nunca tenha vergonha de oferecer e de receber amor. O amor é uma necessidade básica de todo ser humano.
O MENINO QUE DISSE “EU TE AMO” E NÃO FOI COMPREENDIDO.
Tenho um amigo que é pastor de uma igreja em Toronto – Canadá, que sempre me envia mensagens através do e-mail. Essa ilustração que ele me enviou é baseada em um fato verídico. Não tenha vergonha de dizer “Eu Te Amo”! Dois irmãozinhos brincavam em frente de casa, jogando bolinhas de gude. De repente, Júlio, o menino mais novo, disse ao irmão Ricardo: - Meu querido irmão, eu te amo muito e nunca quero me separar de você! Ricardo, sem dar muita importância ao que Júlio disse, perguntou: - O que deu em você, moleque? Que conversa besta é essa de amar? Quer calar a boca e continuar jogando? E os dois continuaram jogando a tarde inteira até anoitecer. À noite, o senhor Jacó, pai dos garotos, chegou do trabalho. Estava exausto e muito mal humorado, pois não havia conseguido fechar um negócio importante. Ao entrar em casa, Jacó olhou para o seu filho, Júlio, que sorriu para o pai e disse: - Olá, papai, eu te amo muito e não quero nunca me separar do senhor! Jacó, no auge de seu mal humor e estresse, disse: - Júlio, estou exausto e nervoso. Então, por favor, não me venha com besteiras! Com as palavras ásperas do pai, Júlio ficou magoado e foi chorar no cantinho do quarto. Dona Joana, mãe dos garotos, sentindo a falta do filho foi procurá-lo pela casa, até que o encontrou no cantinho do quarto, com os olhinhos cheios de lágrimas. Dona Joana, espantada, começou a enxugar as lágrimas do filho e perguntou: - O que foi, Júlio, por que você está chorando? Júlio olhou para a mãe, com uma expressão triste, e lhe disse: - Mamãe, eu te amo muito e não quero nunca me separar da senhora! Dona Joana sorriu para o filho e lhe disse: - Meu amado filho, ficaremos sempre juntos! Júlio sorriu, deu um beijo na mãe e foi se deitar. No quarto do casal, ambos preparando para se deitar, Dona Joana perguntou para o seu marido Jacó: - Jacó, o Júlio está muito estranho hoje, não acha? Jacó, muito estressado com o trabalho, disse à esposa: - Esse moleque só esta querendo chamar a atenção... Deita e dorme, mulher! Então, todos se recolheram e foram dormir sossegados. Às 2 horas da manhã, Júlio se levantou e foi até o quarto de seu irmão Ricardo e ficou observando o irmão dormir... Ricardo, incomodado com a claridade, acordou e gritou com Júlio: - Seu louco, apaga essa luz e me deixa dormir! Júlio, em silêncio, obedeceu o irmão, apagou a luz e se dirigiu ao quarto dos pais... Chegando ao quarto de seus pais, acendeu a luz e ficou observando seu pai e sua mãe dormirem. O senhor Jacó acordou e perguntou ao filho: - O que aconteceu, Júlio? Júlio, em silêncio, só balançou a cabeça em sinal negativo, respondendo ao pai que nada havia ocorrido. Daí, o senhor Jacó, irritado, perguntou ao seu filho Júlio: - Então, o que foi moleque? Júlio continuou em silêncio. Jacó, já muito irritado, berrou com Júlio: - Então vai dormir, seu doente! Júlio apagou a luz, dirigiu-se ao seu quarto e se deitou. Na manhã seguinte, todos se levantaram cedo. O senhor Jacó iria trabalhar e a dona Joana levaria as crianças para a escola. Mas Júlio não se levantou. Então, o senhor Jacó, que já estava muito irritado com ele, entrou bufando no quarto do garoto e gritou: - Levanta, seu moleque vagabundo! Júlio nem se mexeu. Então, Jacó avançou sobre o garoto e puxou com força o cobertor do menino, com o braço direito levantado, pronto para lhe dar um tapa, quando percebeu que Júlio estava com os olhos fechados e que estava pálido. Jacó, assustado, colocou a mão sobre o rosto de Júlio e pôde notar que seu filho estava gelado. Desesperado, Jacó gritou, chamando a esposa e o filho Ricardo para ver o que havia acontecido com Júlio... Infelizmente, o pior. Júlio estava morto, e sem qualquer motivo aparente. Dona Joana, desesperada, abraçou o filho morto, e não conseguia nem respirar de tanto chorar. Ricardo, desconsolado, segurou firme a mão do irmão e só tinha forças para chorar também. Jacó, em desespero, soluçando e com os olhos cheios de lágrimas, percebeu que havia um papelzinho dobrado nas pequenas mãos de Júlio. Jacó, então, pegou o pequeno pedaço de papel, onde havia algo escrito com a letra de Júlio. "Outra noite, Deus veio falar comigo através de um sonho. Ele disse a mim que apesar de eu amar minha família e de ela me amar também, teríamos que nos separar. Eu não queria isso, mas Deus me explicou que seria necessário. Não sei o que vai acontecer, mas estou com muito medo. Gostaria que ficasse claro apenas uma coisa: - Ricardo, não se envergonhe de amar seu irmão. - Mamãe, a senhora é a melhor mãe do mundo. - Papai, o senhor de tanto trabalhar, esqueceu-se de viver. - Eu amo todos vocês! Você já prestou atenção em quantas vezes não temos tempo de parar para amar, e receber o amor que nos é ofertado? Talvez, quando acordarmos, possa ser tarde demais. Mas, ainda há tempo! Lembre-se, muita gente vai entrar e sair da sua vida, mas somente verdadeiros amigos, que sabem dar e receber amor, deixarão marcas em seu coração! Ame hoje, ame amanhã, ame sempre... Nunca tenha vergonha de oferecer e de receber amor. O amor é uma necessidade básica de todo ser humano.
Um Fato Aconteceu...
Em uma cidade do interior, havia um homem que não se irritava e não discutia com ninguém.
Sempre encontrava uma saída cordial, não feria a ninguém, nem se aborrecia com as pessoas.
Morava em uma modesta pensão, onde era admirado e querido.
Para testá-lo, um dia seus companheiros combinaram levá-lo à irritação e à dis-cussão, numa determinada noite em que o levariam a um jantar. Trataram todos os detalhes com a garçonete, que seria a responsável por atender a mesa reservada para a ocasião.
Assim que iniciou o jantar, como entrada foi servida uma saborosa sopa, que o homem gostava muito. A garçonete chegou próximo a ele, pela esquerda, e ele, prontamente, levou seu prato para aquele lado, a fim de facilitar a tarefa de ser servido.
Mas ela serviu todos os demais e, quando chegou a vez dele, foi embora para outra mesa. Ele esperou calmamente, e em silêncio, que ela voltasse. Quando ela se aproximou outra vez, agora pela direita, para recolher o prato, ele levou outra vez seu prato na direção da jovem, que novamente se distanciou, ignorando-o.
Após servir todos os demais, passou rente a ele, acintosamente, com a sopeira fumegante, exalando saboroso aroma. Como quem havia concluído a tarefa, retornou à cozinha. Naquele momento, não se ouvia qualquer ruído. Todos observavam discretamente, para ver sua reação.
Educadamente, ele chamou a garçonete, que se voltou, fingindo impaciência e lhe perguntou:
- O que o senhor deseja? Ao que ele respondeu, naturalmente:
- A senhorita não me serviu a sopa. Novamente, ela retrucou, para provocá-lo, desmentindo-o: - Servi, sim, senhor! Ele olhou para ela, olhou para o prato vazio e limpo e ficou pensativo por al-guns segundos... Todos pensaram que ele iria brigar... Suspense e silêncio total. Mas o homem surpreendeu a todos, ponderando tranqüilamente:
- A senhorita serviu sim, mas eu aceito um pouco mais! Os amigos, frustrados por não conseguir fazê-lo discutir e se irritar com a moça, terminaram o jantar, convencidos de que nada mais faria com que aquele homem perdesse a compostura. Bom seria se todas as pessoas agissem sempre com discernimento em vez de reagirem com irritação e impensadamente. Ao protagonista dessa singela história, não importava quem estava com a razão, e sim evitar as discussões desgastantes e improdutivas. Quem age assim, sai ganhando sempre, pois não se desgasta com emoções que podem provocar sérios problemas de saúde ou acabar em desgraça. Muitas brigas surgem motivadas por pouca coisa, tão sem sentido, mas que se avolumam e se inflamam com o calor da discussão. Isso porque algumas pessoas têm a tola pretensão de “não levar desaforo para casa”, mas acabam levando-o para a caverna,para o carapuço da prisão, para o hospital e até para o cemitério. Por isso, a importância de aprender a arte de não se irritar,nem se aborrecer, de deixar por me-nos, ou de encontrar uma saída inteligente, como fez este é extremamente importante para cada um de nós. Isso é o que se diz:Vale apena tentar....
- A senhorita não me serviu a sopa. Novamente, ela retrucou, para provocá-lo, desmentindo-o: - Servi, sim, senhor! Ele olhou para ela, olhou para o prato vazio e limpo e ficou pensativo por al-guns segundos... Todos pensaram que ele iria brigar... Suspense e silêncio total. Mas o homem surpreendeu a todos, ponderando tranqüilamente:
- A senhorita serviu sim, mas eu aceito um pouco mais! Os amigos, frustrados por não conseguir fazê-lo discutir e se irritar com a moça, terminaram o jantar, convencidos de que nada mais faria com que aquele homem perdesse a compostura. Bom seria se todas as pessoas agissem sempre com discernimento em vez de reagirem com irritação e impensadamente. Ao protagonista dessa singela história, não importava quem estava com a razão, e sim evitar as discussões desgastantes e improdutivas. Quem age assim, sai ganhando sempre, pois não se desgasta com emoções que podem provocar sérios problemas de saúde ou acabar em desgraça. Muitas brigas surgem motivadas por pouca coisa, tão sem sentido, mas que se avolumam e se inflamam com o calor da discussão. Isso porque algumas pessoas têm a tola pretensão de “não levar desaforo para casa”, mas acabam levando-o para a caverna,para o carapuço da prisão, para o hospital e até para o cemitério. Por isso, a importância de aprender a arte de não se irritar,nem se aborrecer, de deixar por me-nos, ou de encontrar uma saída inteligente, como fez este é extremamente importante para cada um de nós. Isso é o que se diz:Vale apena tentar....
terça-feira, 24 de dezembro de 2013
Tudo Sobre o Deus Do Trovão
Thor, que deus é esse?
Um deus que caminha entre os homens.
Thor. Um guerreiro nórdico, campeão de uma terra de deuses, dono do poder de controlar trovões e tempestades. Um viking, capaz de empunhar uma das mais poderosas armas já concebidas - o martelo Mjolnir. Thor foi enviado à Terra como um castigo imposto pelo seu pai, Odin, para aprender com as fraquezas e a humildade dos seres humanos. Um belo roteiro. E que não haja injustiça, não nasceu nos quadrinhos. Na mitologia nórdica, a história de Thor é vasta e representativa das crenças humanas. Parte desse material foi parar nas HQ's, por meio de Stan Lee, Larry Lieber, Jack Kirby e Joe Sinnot, em 1962. A adaptação funcionou e os leitores se encantaram rapidamente com a fala pomposa, a armadura prateada e o martelo mágico, que sempre retornava para as mãos de seu dono. O “deus do trovão” é um herói há cinco décadas. Thor já apareceu em várias histórias em quadrinhos. Nelas, fundou os Vingadores, cruzou o universo em guerras espetaculares, virou um sapo, trabalhou como operário, ganhou um clone alienígena, carregou cicatrizes no rosto, perdeu e recuperou os poderes mais de uma vez... enfim, uma longa jornada. No cinema, ganhou um filme próprio, caprichado, em 2011. Thor só não ganhou, até agora, a devoção de um deus. E não é difícil compreender o motivo. Que deus é esse que não tem um propósito para o nosso mundo? A humanidade é grata pelas tantas vezes que ele salvou vidas, cidades, países. E depois de tudo isso? Depois da bebedeira com os amigos heróis, o que é que sobra? O que ele quer ensinar? Nem Thor sabe. Odin tem razão, existe um vazio no coração orgulhoso do seu filho. E que deus é esse que veio habitar neste mundo por conta de um castigo? Foi este o decreto: "Tu és o filho favorito de Odin! Além de valente e nobre, tua alma é imaculada! Mas ainda assim és incompleto! Não tens humildade! Para consegui-la deverás conhecer a fraqueza… sentir dor! E para isso necessitas deixar o Reino Dourado e despir-te de tua aparência divina! A Terra, lá aprenderás que ninguém pode ser verdadeiramente forte se, em realidade, não for humilde!". Então ele só veio porque foi obrigado? E não tinha humildade nem a sabedoria para reconhecer de onde procede a verdadeira força? Que deus é esse, que vive tantos anos e não consegue buscar aquilo que realmente importa para a dignidade e o caráter? THOR que deus é esse que troca o diálogo pela força bruta? Depois de séculos perdidos em combates, ele ainda acredita que as diferenças possam ser resolvidas dessa forma? Será que martelo não pode ser usado para construir uma casa para os pobres ou abrir nascentes, no deserto? Pobre divindade esta, a do Thor. Deus mesmo é aquele que decide descer ao mundo dos humanos por conta própria, por amor, ocultando seu poder infinito. Que decide encarnar numa criança e experimentar a vida do “zero”, sem privilégios. Um sofredor, como qualquer um de nós. Que não encara isso como um castigo. Deus mesmo é aquele que nunca escondeu a real missão da sua vida, que mostrou que é possível resolver as diferenças não pela força bruta, nem pelos poderes sobrenaturais. Deus mesmo é aquele que jamais precisou vestir uma armadura, e que nem teve onde repousar a sua cabeça. Deus é aquele que nos ensinou a ser como Ele, homem, e não como Ele, Deus. Que jamais nos colocou debaixo de alto tão inatingível. Foi como homem que viveu neste mundo, foi como homem que nos inspirou. E quando queremos ser como um deus, então, na verdade, queremos ser como Thor... Deus mesmo é aquele que usou um martelo, sim, mas no seu ofício de carpinteiro, para sustento da família. E foi com um desses que seus inimigos o pregaram numa cruz, para morrer. E aquilo que arremessava, que partia e voltava, Ele ensinou, era a Sua palavra, que não retorna jamais vazia. Deus mesmo é aquele que conhece a eternidade, e contudo soube usar 3 anos, apenas 3 anos do calendário terrestre, para pregar uma mensagem que revolucionaria o futuro. Não dá para crer que Thor tenha sequer um seguidor fiel, desse jeito. É herói, sim, mas não é deus. Até tem um bom coração. Mostrou que já descobriu o real caminho da redenção. Foi quando ele teve a chance de voltar a viver na cidade de Asgard, perdoado pelo pai Odin. Mas Thor não quis ir para casa. Havia descoberto como é bom caminhar entre a humanidade e aprender com ela. O deus do Trovão se apaixonou pela nossa fragilidade, aprendeu a respeitar os outros e viu como é possível existir sem empunhar uma espada. E viu que era bom. Se Thor percebeu isso tudo, então tomou contato com a mensagem de Jesus Cristo. E aquele que se intitula “deus do trovão” se prostrou, enfim, diante do Deus do amor
Thor. Um guerreiro nórdico, campeão de uma terra de deuses, dono do poder de controlar trovões e tempestades. Um viking, capaz de empunhar uma das mais poderosas armas já concebidas - o martelo Mjolnir. Thor foi enviado à Terra como um castigo imposto pelo seu pai, Odin, para aprender com as fraquezas e a humildade dos seres humanos. Um belo roteiro. E que não haja injustiça, não nasceu nos quadrinhos. Na mitologia nórdica, a história de Thor é vasta e representativa das crenças humanas. Parte desse material foi parar nas HQ's, por meio de Stan Lee, Larry Lieber, Jack Kirby e Joe Sinnot, em 1962. A adaptação funcionou e os leitores se encantaram rapidamente com a fala pomposa, a armadura prateada e o martelo mágico, que sempre retornava para as mãos de seu dono. O “deus do trovão” é um herói há cinco décadas. Thor já apareceu em várias histórias em quadrinhos. Nelas, fundou os Vingadores, cruzou o universo em guerras espetaculares, virou um sapo, trabalhou como operário, ganhou um clone alienígena, carregou cicatrizes no rosto, perdeu e recuperou os poderes mais de uma vez... enfim, uma longa jornada. No cinema, ganhou um filme próprio, caprichado, em 2011. Thor só não ganhou, até agora, a devoção de um deus. E não é difícil compreender o motivo. Que deus é esse que não tem um propósito para o nosso mundo? A humanidade é grata pelas tantas vezes que ele salvou vidas, cidades, países. E depois de tudo isso? Depois da bebedeira com os amigos heróis, o que é que sobra? O que ele quer ensinar? Nem Thor sabe. Odin tem razão, existe um vazio no coração orgulhoso do seu filho. E que deus é esse que veio habitar neste mundo por conta de um castigo? Foi este o decreto: "Tu és o filho favorito de Odin! Além de valente e nobre, tua alma é imaculada! Mas ainda assim és incompleto! Não tens humildade! Para consegui-la deverás conhecer a fraqueza… sentir dor! E para isso necessitas deixar o Reino Dourado e despir-te de tua aparência divina! A Terra, lá aprenderás que ninguém pode ser verdadeiramente forte se, em realidade, não for humilde!". Então ele só veio porque foi obrigado? E não tinha humildade nem a sabedoria para reconhecer de onde procede a verdadeira força? Que deus é esse, que vive tantos anos e não consegue buscar aquilo que realmente importa para a dignidade e o caráter? THOR que deus é esse que troca o diálogo pela força bruta? Depois de séculos perdidos em combates, ele ainda acredita que as diferenças possam ser resolvidas dessa forma? Será que martelo não pode ser usado para construir uma casa para os pobres ou abrir nascentes, no deserto? Pobre divindade esta, a do Thor. Deus mesmo é aquele que decide descer ao mundo dos humanos por conta própria, por amor, ocultando seu poder infinito. Que decide encarnar numa criança e experimentar a vida do “zero”, sem privilégios. Um sofredor, como qualquer um de nós. Que não encara isso como um castigo. Deus mesmo é aquele que nunca escondeu a real missão da sua vida, que mostrou que é possível resolver as diferenças não pela força bruta, nem pelos poderes sobrenaturais. Deus mesmo é aquele que jamais precisou vestir uma armadura, e que nem teve onde repousar a sua cabeça. Deus é aquele que nos ensinou a ser como Ele, homem, e não como Ele, Deus. Que jamais nos colocou debaixo de alto tão inatingível. Foi como homem que viveu neste mundo, foi como homem que nos inspirou. E quando queremos ser como um deus, então, na verdade, queremos ser como Thor... Deus mesmo é aquele que usou um martelo, sim, mas no seu ofício de carpinteiro, para sustento da família. E foi com um desses que seus inimigos o pregaram numa cruz, para morrer. E aquilo que arremessava, que partia e voltava, Ele ensinou, era a Sua palavra, que não retorna jamais vazia. Deus mesmo é aquele que conhece a eternidade, e contudo soube usar 3 anos, apenas 3 anos do calendário terrestre, para pregar uma mensagem que revolucionaria o futuro. Não dá para crer que Thor tenha sequer um seguidor fiel, desse jeito. É herói, sim, mas não é deus. Até tem um bom coração. Mostrou que já descobriu o real caminho da redenção. Foi quando ele teve a chance de voltar a viver na cidade de Asgard, perdoado pelo pai Odin. Mas Thor não quis ir para casa. Havia descoberto como é bom caminhar entre a humanidade e aprender com ela. O deus do Trovão se apaixonou pela nossa fragilidade, aprendeu a respeitar os outros e viu como é possível existir sem empunhar uma espada. E viu que era bom. Se Thor percebeu isso tudo, então tomou contato com a mensagem de Jesus Cristo. E aquele que se intitula “deus do trovão” se prostrou, enfim, diante do Deus do amor
Caso Adulterio Já é Aceito
Está na bíblia?

Uma jovem evangélica solteira de 27 anos,muito linda,
sonhou que teria um filho com o pastor de sua congregação.
No qual não poderia ter filhos com sua esposa por ser ela esterio.
Acreditando que acabara de ter uma revelação,
contou o sonho a outra irmã de oração,
e ambas entenderam que a jovem teria sido escolhida por Deus,
para sacrificar sua vida e dá a luz a um filho com o pastor.
decidiram comunicar o mesmo ao pastor que muito se alegrou.
Como o pastor também era casado,reuniram-se,em segredo,
e tudo ficou bem claro que a jovem entregaria o filho ao pastor ainda na maternidade.
O pastor esclarece que jamais deixará sua esposa,porem lhe
promete nunca abandonara e ficaria responsável pela jovem
ate que um dia ela conseguisse um casamento,e entraram em oração
Pediram misericórdia a Deus pelo ato que iriam praticar durante 7 dias fértil.
Antes de cometer o pecado,ele declara emocionado.
"Deus me levou a fazer isso,com alegria afirma.
Após a intimidade sacrificial desabafou a fiel serva...
Não tive pra onde eu correr". e após alguns meses
decidiram contar tudo a esposa, que com o tempo entendeu tudo
por acreditar ser a vontade de Deus[...]
| Que Mundo Doido! |É possível ??

Uma jovem evangélica solteira de 27 anos,muito linda,
sonhou que teria um filho com o pastor de sua congregação.
No qual não poderia ter filhos com sua esposa por ser ela esterio.
Acreditando que acabara de ter uma revelação,
contou o sonho a outra irmã de oração,
e ambas entenderam que a jovem teria sido escolhida por Deus,
para sacrificar sua vida e dá a luz a um filho com o pastor.
decidiram comunicar o mesmo ao pastor que muito se alegrou.
Como o pastor também era casado,reuniram-se,em segredo,
e tudo ficou bem claro que a jovem entregaria o filho ao pastor ainda na maternidade.
O pastor esclarece que jamais deixará sua esposa,porem lhe
promete nunca abandonara e ficaria responsável pela jovem
ate que um dia ela conseguisse um casamento,e entraram em oração
Pediram misericórdia a Deus pelo ato que iriam praticar durante 7 dias fértil.
Antes de cometer o pecado,ele declara emocionado.
"Deus me levou a fazer isso,com alegria afirma.
Após a intimidade sacrificial desabafou a fiel serva...
Não tive pra onde eu correr". e após alguns meses
decidiram contar tudo a esposa, que com o tempo entendeu tudo
por acreditar ser a vontade de Deus[...]
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